quinta-feira, 29 de setembro de 2011

EX Gay procura namorada no Youtube

domingo, 17 de abril de 2011

Mulher tinha sogro e cunhado como amantes



Mulher tinha sogro e cunhado como amantes
No interior de Minas Gerais, na cidade de Caxambu há 275 Km de Belo Horizonte, uma história no mínimo curiosa constrangeu os 21 mil habitantes da localidade. A jovem Natália Silva Douras de 19 anos, casada desde os 16 com o agricultor Pedro Campostrini Douras de 25 anos, mantinha relacionamento extraconjugal com seu sogro e seu genro simultaneamente a cerca de 2 anos.

Natalia foi denunciada por sua sogra depois de ser flagrada mantendo relações sexuais com seu sogro na cama do casal. Segundo Tânia Douras, de 45 anos, ela já sabia do envolvimento do seu marido com a nora, no entanto havia pactuado com o marido que não usassem a cama do casal para encontros sexuais.

Tânia disse em entrevista que se sentiu traída, pois “ele me traiu duramente. Acho que todo homem tem direito a suas escapadinhas, mas fazer isso na cama do casal é coisa de quem não tem respeito”.

O senhor Pedro Douras quando denunciado fez questão de amenizar o teor das denúncias, dizendo que “não era o único boi que pastava naquele pasto”. E provou por meio de fotografias que seu filho já havia participado de encontros sexuais interativos e familiares entre sogro, cunhado e nora.

Natalia não negou o delito e em depoimento ao delegado José Arigó, disse que seu marido é uma pessoa boa, mas que “não a satisfazia plenamente na cama. Por isso ela buscou em seu sogro e no cunhado o complemento que faltava a sua felicidade”.

Generosa, Natalia disse se preocupar com a reputação de seu marido, para ela “é melhor eu fazer isso com alguém da família do que com alguém da rua, né? Você sabe como o povo da rua gosta de ‘defamar’ as pessoas”.

Acima de tudo uma pessoa de bom coração …

Doença leva mãe a masturbar o próprio filho


Doença leva mãe a masturbar o próprio filho

O que poderia parecer apenas um ato moralmente condenável é na verdade a tentativa desesperada de uma mãe de realizar procedimentos terapêuticos em seu filho que sofre de uma doença rara conhecida como priapismo.

Allyson Ribeirinhos de 16 anos sofre a dois anos de uma doença pouco divulgada nos meios de comunicação. O priapismo é uma condição médica geralmente dolorosa e potencialmente danosa na qual o pênis ereto não retorna ao seu estado flácido, apesar da ausência de estimulação física e psicológica. A ereção dura em média 4 horas.

Heloisa Ribeirinhos, de 42 anos, é uma dona de casa na pacata cidade Serra do Navio, no interior do Amapá, volta e meia se vê na necessidade constrangedora de masturbar seu filho, para que o mesmo possa se livrar da ereção involuntária.

Segundo Heloisa, muitas vezes a masturbação não sana a doença, o que a obriga a procedimentos mais radicais. Ela diz que “as vezes além de ‘punhetar’, tenho também que chupar o ‘piru’ do menino. É triste de se ver aquele ‘troço’ inchado”. O caráter exótico dos procedimentos esconde uma triste realidade: As graves complicações desta doença.

As potenciais complicações do priapismo incluem isquemia, coagulação do sangue retido no pênis (trombose) e o dano aos vasos sanguíneos do pênis, que podem resultar em disfunção erétil ou impotência no futuro. Em casos mais graves, a isquemia pode resultar em gangrena, o que pode fazer com que a remoção do pênis seja necessária.

O pai de Allyson é radical. Em entrevista ele confessou seu constrangimento. “Eu não gosto nada disso. É vergonhoso pra mim, pra ela e pra ele. E se num dia ela não tiver em casa? Eu que vou ter que fazer isso nele? Acho que o mais certo era ‘capar’ ele”.

TPMulheres ENTREVISTA

A reportagem do TPMulheres entrevistou o Dr. Eriberto Quitanilha, que possui mestrado em disfunções do aparelho reprodutor masculino, para obter informações sobre a questão que mais afligiu os leitores do blog: “Por que o adolescente não se masturba sozinho nesta situação?”

TPMulheres: Doutor, o caso do Allyson chocou nossos leitores, especialmente pelo fato de sua mãe ter que ajudá-lo numa terapia tão intima. Casos como este são comuns?

Dr. Eriberto: Em primeiro lugar quero frisar que não conheço pessoalmente o caso. Todas minhas respostas aqui serão genéricas. Só o especialista que cuida do caso pode emitir um diagnóstico preciso. Este caso não é comum, pois se trata de uma doença rara. As terapias mais recentes evitam este constrangimento.

TPMulheres: Quais seriam as terapias mais recentes e menos constrangedoras?

Dr. Eriberto: A terapia mais comum atualmente é a injeção de adrenalina (epinefrina) no pênis do paciente.

TPMUlheres: Mas esta injeção é dolorida?

Dr. Quitanilha: O pênis é uma região de extrema sensibilidade, portando a dor é inevitável. Mas o risco do paciente é bem maior em casos de ereções prolongadas.

TPMulheres: No caso do Allyson a mãe o masturbava para cessar a ereção. Nossos leitores estão questionando porque ele não se masturbava sozinho?

Dr. Quitanilha: As crises de priapismo além de gerarem ereções prolongadas, também provocam cefaléia aguda (dor de cabeça) e perda parcial da coordenação motora. Talvez este fato o impeça de realizar o ato masturbatório de forma autônoma. Reitero que esta observação é genérica, uma vez que não sou o médico do referido paciente.

Professora é demitida por ensinar sobre masturbação



Professora é demitida por ensinar sobre masturbação

Em Pedro Afonso, localizada a 170 quilômetros da capital de Tocantins, Heloisa Miradello, de 29 anos foi sumariamente demitida da Rede Municipal de Educação por ensinar na escola, durante aula de Ciências os aspectos conceituais e procedimentais da masturbação para os alunos do oitavo ano do Ensino Fundamental.

Segundo relatos de mães de alunos a professora utilizou uma banana para simular o procedimento masturbatório masculino, inclusive solicitando que alunos e alunas repetissem o gesto na banana, como forma de verificação de aprendizagem.

A professora apresentou recurso a Justiça solicitando sua reintegração imediata, segundo ela “as aulas sobre sexualidade estão previstas nas Diretrizes Curriculares Nacionais. Eu duvido muito que meus alunos nunca bateram ‘umazinha’. Só ensinei a parte científica desta dimensão do prazer humano”.

Alguns alunos relataram que durante a demonstração prática do ato masturbatório a professora ‘brincava’ perguntando quem estava de ‘lulu duro’. Alunas ouvidas pela reportagem disseram que a professora Heloisa teria as aconselhado a quando fizerem nos namorados não apertar muito o ‘lulu’ deles, nem tomar o ‘leitinho’ por que faz mal a saúde.

A Secretaria Municipal de Educação informou à reportagem que além da demissão da professora, proibiu também a distribuição de bananas na merenda escolar.

Aula Sobre Macumba nas Escolas?



A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados avalia a legalidade do Projeto de Lei Nº 72.323 jocosamente apelidado pelos deputados de “Lei do ‘Passe’ Livre” que dispõe sobre a obrigatoriedade das escolas ensinarem sobre as religiões de matrizes afro-brasileiras.

A Federação Umbandista Brasileira questiona o fato do Ensino Religioso nas escolas do Brasil ser exclusivamente dominado pelo cristianismo católico ou luterano.

O deputado federal e babalorixá Gilsinho Untado questiona o fato de até o Halloween ser celebrado nas escolas e nunca reservarem uma aula sequer para celebrar a entidade de um caboclo da umbanda. Para Gilsinho “todo mundo já fez uma simpatia pra trazer de volta um amor, ou conseguir um emprego. No Brasil todo mundo é meio macumbeiro”.

A Mãe de Santo Edileuza Cigana em entrevista se emociona ao dizer que “o dia que os pais de alunos conhecerem a alegria que é ver um filho incorporando uma entidade, eles vão compreender a beleza dos rituais afro-brasileiros”.

A Liga das Senhoras Evangélicas do Amapá apresentou a primeira representação contra o projeto de lei acusando o deputado Gilsinho Untado de ser um propagador da mensagem de Lúcifer. Segundo Édina Maria dos Santos, presidente da Liga, “a macumba é coisa do inimigo. Levar isso pras escolas é dar diploma pro capeta”.

O projeto recebeu parecer favorável em primeira instância, e os umbandistas agora torcem para que todos seus ‘trabalhos’ não tenham sido em vão.

Movimento feminista pede para mulheres não mais transarem ‘de quatro’


Movimento feminista pede para mulheres não mais transarem ‘de quatro’

Helena Ramirez histórica líder do movimento feminista no Brasil chocou a audiência da TV Globo ao dizer em recente entrevista ao humorista Jô Soares que “mulher que se submete a fazer sexo na vexatória posição ‘de quatro’ está jogando no lixo as décadas de luta das mulheres conscientes”.

A entrevistada sugeriu que as mulheres quando fossem fazer sexo optassem por sempre que possível ficarem por cima, para poderem olhar nos olhos dos homens de igual para igual. Helena ainda afirmou que o homem latino tem fetiche por dominação, por humilhar a mulher. Para ela “quem se coloca ‘de quatro’ se anula como mulher, vira apenas um receptáculo de líquido seminal. Ou seja, não vale porra nenhuma…”

Outro ponto polêmico da entrevista foi quando o entrevistador a questionou sobre sexo anal, ela foi enfática ao dizer que ‘homem que busca sexo anal em relação hetero está fazendo estágio pra virar ‘viado’, esposa que alimenta este fetiche está na verdade ajudando ainda mais a reduzir a oferta que já não é das melhores”.

Esposas e namoradas do Brasil. D2 mas não D4…